Sovaco da Cobra – 31 de dezembro

A primeira vez de uma mulher

Se você não for uma garota, imagine que você é uma.
É a sua primeira vez. A medida que você reclina, seus músculos se contraem. Você tenta afastá-lo enquanto pensa numa desculpa, mas ele insiste, aproximando-se cada vez mais.
Ele pergunta se você está com medo e você sacode a cabeça negativamente.
HOMEM – Vamos começar?
Mulher – Não sei, estou com medo!
HOMEM – Medo do quê?
Mulher – Medo de doer.
HOMEM – Um dia você vai ter que deixar.
Mulher – Acho que não.
HOMEM – Confie em mim. Eu vou devagar.
Mulher – Como fico?
HOMEM – Nessa posição.
Mulher – Assim?
HOMEM – Abra mais um pouco…
Ele tem muita experiência, seus dedos encontram o ponto certo e você estremece. Seu corpo fica tenso, mas ele faz tudo de maneira gentil, como tinha prometido. Ele olha no fundo dos seus olhos e pede novamente que confie nele. Ele já fez isso muitas vezes. O sorriso dele faz com que você relaxe e abra mais, de modo a facilitar as coisas.
Mulher – Ai, está doendo.
HOMEM – Agüenta firme, não posso parar.
Mulher – Não posso agüentar mais.
HOMEM – Abra mais.
Mulher – Está doendo.
Você pede para que ele seja rápido, mas ele vai devagar, cuidando para que você sinta o mínimo de dor possível. À medida que ele vai forçando, você sente os tecidos cedendo. A dor se alastra pelo seu corpo e você sente um leve sangramento. Ele olha para você preocupado e pergunta se está doendo. Seus olhos estão rasos de lágrimas, mas você sacode a cabeça e sinaliza para que ele continue.
Ele começa a fazer movimentos ritmados para dentro e para fora, mas você está entorpecida demais para senti-los.
HOMEM – Vou tirar.
Após algum tempo, você sente um rompimento dentro de você e ele tira.
Mulher – Que alívio!
HOMEM – Até que não fomos mal.
Você está ofegante, aliviada por aquilo ter terminado. Ele olha para você com aquele sorriso caloroso e diz que você foi a mais difícil, mas ainda assim, a mais recompensadora experiência que ele teve.
Mulher – Ai, está sangrando.
HOMEM – Sempre sangra um pouco.
Mulher – E se não parar?
HOMEM – Claro que pára.
Mulher – Como você sabe?
HOMEM – Tenho experiência.
Mulher – Está parando.
HOMEM – Não disse?
Então você sorri e agradece ao seu dentista. Afinal de contas, foi a primeira vez que teve um dente arrancado.

Tolerância Zero

Cena 1:

Sujeito entrando em uma agropecuária.
– Tem veneno pra rato?
– Tem!, Vai levar? – Pergunta o balconista.
– Não, vou trazer os ratos pra comer aqui!
Cena 2:
Na hora de pagar a conta, o sujeito apanha o talão de cheques e uma caneta.
A pergunta: Vai pagar com cheque?
– Não, vou fazer um poema pra você nesta folhinha.
Cena 3:
Sujeito no elevador (no subsolo-garagem).
A pergunta: Sobe?
– Não, esse elevador anda de lado.
Cena 4:
Homem com vara de pescar na mão, linha na água, sentado.
A pergunta: Aqui dá peixe?
– Não, dá tatú, quatí, camundongo…. Peixe costuma dar lá no mato…
Cena 5:
Edifício pegando fogo, funcionários saindo correndo.
A pergunta: É incêndio?
– Não, é uma pegadinha do Silvio Santos!
Cena 6:
Sujeito no caixa do cinema.
A pergunta: Quer uma entrada?

– Não, é que eu vi essa fila imensa e queria saber onde ia chegar.

A Confusão

Olha a confusão que uma conclusão precipitada pode causar!!!!
Em um determinado país foi criado um programa de incentivo à natalidade, pois o número de habitantes estava caindo e a proporção de Idosos crescia assustadoramente.
Necessitando de mão-de-obra, o governo decretou uma lei que obrigava os casais a terem um certo número de filhos com uma tolerância de cinco anos após o Casamento, fim dos quais, o casal deveria ter pelo menos um pimpolho.
Aos casais que no fim do prazo não conseguissem ter um filho, o governo destacaria um agente auxiliar para que a criança fosse gerada.
Neste cenário se deu o seguinte diálogo entre um Casal:
MULHER: Querido, completamos hoje 5 anos de casamento!
MARIDO: É… e infelizmente não tivemos nenhum filho.
MULHER: Será que eles vão mandar o tal agente?
MARIDO: Não sei… talvez mandem.
MULHER: E se ele vier?
MARIDO: Bem, eu não posso fazer nada.
MULHER: E eu, menos ainda…
MARIDO: Vou sair, já estou atrasado para o trabalho.
Logo após a saída do MARIDO, bateram à porta: TOC, TOC, TOC!!!!
A MULHER abriu e encontrou um HOMEM de boa aparência à espera.
Tratava-se de um fotógrafo que saiu para atender um chamado de uma família que queria fotografar sua criança recém-nascida, mas que por um engano, errara o endereço procurado. E o diálogo se seguiu:
FOTÓGRAFO: Bom dia! Eu sou…
MULHER: Ah, já sei! Pode entrar.
FOTÓGRAFO: Obrigado. Seu esposo está em casa?
MULHER: Não. Ele foi trabalhar.
FOTÓGRAFO: Presumo que esteja a par.
MULHER: Sim, ele já está sabendo de tudo. Eu também concordo.
FOTÓGRAFO: Ótimo. Então vamos começar.
MULHER: Mas já? Tão rápido…
FOTÓGRAFO: Preciso ser breve, pois tenho ainda 16 casas para visitar.
MULHER: Minha nossa! O senhor agüenta?
FOTÓGRAFO: O segredo é que eu gosto do meu trabalho, me dá muito prazer!
MULHER: Então vamos começar. Como faremos?
FOTÓGRAFO: Permita-me sugerir: uma no quarto, duas no tapete, duas no sofá.
MULHER: Serão necessárias tantas?
FOTÓGRAFO: Bem, talvez possamos acertar na mosca já na primeira tentativa.
MULHER: O senhor já visitou alguma casa neste bairro?
FOTÓGRAFO: Não, mas tenho comigo algumas amostras do meu trabalho (mostrou algumas fotos de crianças). Não são lindas??
MULHER: Como são belos estes bebês! Foi o senhor mesmo quem fez?
FOTÓGRAFO: Sim. Veja esta aqui, por exemplo, foi conseguida na porta do supermercado.
MULHER: Que horror! O senhor não acha muito público?
FOTÓGRAFO: Sim, mas a mãe queria muita publicidade.
MULHER: Eu não teria coragem!!!
FOTÓGRAFO: Esta aqui foi em cima do ônibus.
MULHER: Que Loucura!!!
FOTÓGRAFO: Foi um dos serviços mais difíceis que já fiz.
MULHER: Claro, eu imagino!
FOTÓGRAFO: Esta foi feita no inverno, em um parque de diversões.
MULHER: Credo! Como o senhor conseguiu? Não sentiu frio?
FOTÓGRAFO: Não foi fácil! Como se não bastasse a neve caindo, tinha uma multidão em volta. Quase não consegui acabar.
MULHER: Ainda bem que sou discreta, e não quero ninguém nos olhando.
FOTÓGRAFO: Ótimo, eu também prefiro assim. Agora, se me dá licença, eu preciso armar o tripé.
MULHER: Tripé?
FOTÓGRAFO: Sim madame, pois o negócio, além de pesado, depois de armado mede quase um metro.
E A MULHER: desmaiou…

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