Quatro brasileiros são presos na fronteira do Canadá

patrulha scaled Quatro brasileiros são presos na fronteira do Canadá
Dados mostram que região começou a se tornar alvo dos traficantes de imigrantes

Agentes da Patrulha de Fronteira dos Estados Unidos (CBP, sigla em inglês), próximo a Algonac, em Michigan, prenderam quatro brasileiros na segunda-feira, dia 18, supostamente envolvidos em tráfico de seres humanos.
O departamento de Imigração e Alfândega (ICE, sigla em inglês) disse que os agentes da estação em Marysville avistaram um veículo perto de uma área da fronteira onde houve recentes tentativas de tráfico de imigrantes.
Algonac fica do outro lado do rio St. Clair,da Ilha Walpole. Embora essa seção da fronteira não seja “super ativa” para o contrabando de seres humanos, Kris Grogan, da CBP, disse foram registrados alguns casos nas últimas semanas.
Pouco tempo depois dos agentes avistarem o veículo, a polícia o interceptou e pediu assistência à CBP.
Um agente conversou com o motorista e um passageiro que, alegadamente, admitiram que estavam nos EUA ilegalmente. A CBP afirmou que os dois não tinham documentos que permitissem estar no país.
Ao mesmo tempo, outro agente da patrulha da fronteira viu duas pessoas caminhando por uma estrada paralela à fronteira. Ao serem abordados, os indivíduos admitiram ter acabado de atravessar a fronteira, vindo do Canadá em um barco.
No relatório divulgado pelo ICE, a agência afirmou que todos são brasileiros, sem status legal nos EUA.
Grogan disse que eles foram presos sem incidentes. De acordo com os dados, os dois que admitiram atravessar a fronteira haviam combinado de se encontrar com os outros que estavam na camionete.
Todos os quatro foram levados para o escritório da CBO e a agência relatou que dois foram encaminhados ao Ministério Público dos EUA para serem processados por entrada ilegalmente nos EUA e os outros dois por tráfico de pessoas.
“Mesmo com a pandemia em andamento, as organizações criminosas continuam operando”, disse Douglas Harrison, chefe de patrulha do setor de Detroit, em comunicado à imprensa. “Nossos agentes permanecem vigilantes”, acrescentou. As informações são do jornal Brazilian Times.

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