Coronavírus já matou mais de 150 mil pessoas em todo mundo

Coronavirus  Coronavírus já matou mais de 150 mil pessoas em todo mundo
A 1ª morte por coronavírus foi registrada em Wuhan, China, em 9 de janeiro; os primeiros casos provenientes de um mercado de animais vivos

Conforme os dados, levou 83 dias para que as primeiras 50 mil mortes fossem registradas, informaram as autoridades

A pandemia de coronavírus já matou mais de 150 mil pessoas em todo o mundo, de acordo com as últimas estatísticas da Universidade Johns Hopkins. O marco trágico foi divulgado à meia-noite de sexta-feira (17). Os EUA continuaram a ter o maior número de mortos na pandemia, ou seja, 31.456 fatalidades, seguidos pela Itália, com 22.745, Espanha, com 19.613 e França com 18.681 óbitos.

A 1ª morte por coronavírus foi registrada em Wuhan, China, em 9 de janeiro; os primeiros casos provenientes de um mercado de animais vivos. Além disso, especula-se que a pandemia possa ter começado devido ao descuido de um laboratório de pesquisa de vírus.

Conforme os dados, levou 83 dias para que as primeiras 50 mil mortes fossem registradas, informaram as autoridades. Entretanto, demorou apenas 8 dias para subir de 50 mil para 100 mil e agora atingiu 150 mil em apenas 8 dias depois disso.

Na quinta-feira (16), o Governador Andrew Cuomo (D-NY) estendeu o encerramento estadual de funções não essenciais para 15 de maio. A decisão foi tomada depois de as internações hospitalares por coronavírus continuarem a se estabilizar e mas mais de 600 novas mortes foram relatadas.

“A suspensão em Nova York funcionou”, disse Cuomo sobre a quarentena durante uma coletiva de imprensa em Albany (NY). “É assim que controlamos a fera. No entanto, ainda não chegamos ao final da reta”.

Para evitar que a doença retorne, o Governador estendeu a quarentena por mais um mês, uma decisão que ele disse ter sido tomada em consulta com outros estados na região com os quais Nova York se aliou para planejar um eventual renascimento econômico.

“Não quero projetar além desse período”, disse ele. “Um mês é muito tempo. As pessoas precisam de certeza e clareza para poder planejar”.

Cuomo anunciou a prorrogação da quarentena, depois que outros 606 nova-iorquinos sucumbiram à doença nas 24 horas que terminam à meia-noite de quinta-feira (16), aumentando o número total de mortos para 12.192 no estado.

 

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