Brasileiro pega 6 anos de prisão por acidente de Jet Ski

Foto22 Douglas de Matos Brasileiro pega 6 anos de prisão por acidente de Jet Ski
Douglas de Matos, na época com 32 anos, foi indiciado pelo crime quando ainda estava no leito do Lowell General Hospital

Douglas de Matos, de 34 anos, foi considerado culpado pela morte da goiana Isabelle Araújo Rocha da Silva, de 16 anos, em Massachusetts

Na segunda-feira (9), Douglas de Matos, de 34 anos, morador em Lowell (MA), assumiu a culpa e foi condenado a 6 anos de detenção por ter provocado um acidente de Jet Ski que causou a morte de Isabelle Araújo Rocha da Silva, de 16 anos, natural de Goiás. As autoridades informaram que o réu foi acusado de pilotar bêbado uma embarcação, ou seja, um Jet Ski, provocando a colisão fatal. As informações são do canal de TV local WHDH.

Douglas pilotava à noite o Jet Ski no rio Merrimack, entre as cidades de Chelmsford e Lowell (MA), na noite de 13 de agosto de 2017, quando chocou-se contra a traseira de outro Jet Ski, pilotado pelo namorado da vítima e no qual Isabelle era a carona. A jovem foi derrubada da embarcação e o corpo dela foi encontrado no rio no dia seguinte. Ela havia imigrado para os EUA em 2015.

Os agentes de polícia chamados ao local relataram que Matos cheirava a álcool, tinha a voz embargada e o nível de álcool no sangue dele superava o limite máximo legal, revelaram testes. Isabelle também era residente de Lowell (MA)  e caloura no Lowell High School. Na ocasião, o brasileiro foi indiciado pelo crime quando ainda estava no leito do Lowell General Hospital.

. No Estado Jardim:

Em New Jersey, desde domingo (1), já estão em vigor as novas penalidades para os motoristas que forem detidos por dirigir intoxicados (DUI) em New Jersey. A nova legislação elimina a suspensão da carteira para a maioria dos infratores, mas exige que todos os condenados de DUI instalem bafômetros na ignição de seus veículos. O aparelho impede que o carro dê a partida caso seja detectado álcool no hálito do motorista.

O novo estatuto elimina as suspensões para os réus primários condenados por apresentarem o volume de álcool no sangue abaixo de 0.15%. Uma vez condenados, esses motoristas terão que manter o bafômetro na ignição dos veículos durante o período de 3 meses a 1 ano. Se o motorista tiver o índice mínimo (BAC) de 0.05% de álcool no hálito o carro não dará a partida.

Os réus primários com o BAC acima de 0.15% continuará sujeito à suspensão da carteira de motorista entre 4 a 6 meses e deverá manter o bafômetro na ignição do carro pelo período adicional entre 9 a 15 meses, conforme a nova lei. Uma segunda infração expõe o motorista à suspensão da carteira por até 2 anos e exige o uso do bafômetro na ignição entre 2 e 4 anos.

O Governador Phil Murphy considerou a suspensão das carteiras de motorista uma “ferramenta imperfeita” contra os motoristas alcoolizados ao assinar a lei em agosto. O Estado reconheceu que os réus ainda precisavam ir ao trabalho e muitas pessoas dirigem sem a carteira de motorista de qualquer forma.

Os defensores da legislação alegam que os bafômetros são mais eficientes na prevenção de que pessoas bêbadas estejam atrás do volante, pois o aparelho não liga o carro. Durante os últimos 11 anos, os bafômetros impediram que quase 74 mil motoristas com o índice de álcool no hálito superior a 0.08 ligassem seus veículos, segundo o Estado.

 

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