Assistente social é acusado de estupro e indicar sexo como “terapia” 

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Gamalier Felicie, de 44 anos, é acusado de estupro, abuso sexual e outros delitos

Gamalier Felicie teria recomendado sexo à uma paciente de 37 anos com problemas mentais como parte do tratamento

Um assistente social no Centros para Famílias e Crianças (TCFC), em Cleveland, Ohio, é acusado de ter estuprado uma mulher com problemas mentais depois de ter-lhe dito que ela precisava fazer sexo com ele como parte do tratamento, segundo documentos apresentados no tribunal. O réu Gamalier Felicie, de 44 anos, é acusado de estupro, abuso sexual e outros delitos. Um grupo de jurados do Condado de Cuyahoga apresentou oficialmente as acusações na quarta-feira (27).

Felicie foi liberado depois de ter pagado 10% da fiança de US$ 75 mil. Ele está agendado para retornar à Corte na quarta-feira (10).

O incidente aconteceu em 25 de janeiro no interior do TCFC, na esquina da Detroit Avenue e West 59th Street. A organização oferece uma série de serviços sociais, incluindo aconselhamento para a saúde mental, segundo o website. Elizabeth Newman, CEO do Circle Health Services e do TCFC, disse através de um comunicado que os administradores da organização tomaram conhecimento do caso em 1 de fevereiro. Felicie foi afastado naquele mesmo dia. Newman acrescentou que o assistente social não tem mais contato com os clientes e, caso condenado, tais acusações são passíveis de demissão.

A CEO acrescentou que a organização dela denunciou o caso ao Departamento de Polícia de Cleveland, ao Departamento de Saúde Mental de Ohio, ao Conselheiro de Assistência Social de Ohio, ao Comitê de Terapeutas de Casamentos, Famílias & Serviços de Combate ao Vício e Álcool, Comitê de Serviços de Saúde Mental do Condado de Cuyahoga.

“A segurança e o bem-estar dos nossos clientes é a nossa prioridade mais alta”, disse Elizabeth.

O assistente social teria se encontrado às 10:45 da manhã com a mulher de 37 anos de idade que sofria de problemas mentais. Durante o encontro, Felicie teria dito à ela que “fazer sexo era necessário para tratamento da saúde mental”, conforme documentos apresentados no tribunal.

 

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